Arco do Jace - Rascunho resumido

Uma pessoa começa a perseguir Jace com a intenção de matá-lo.

Assim que Jace anuncia isso à polícia, onde por coincidência, o caso cai nas mãos da diabrete. Sendo assim, ela começa à perguntar para ele se tinha algum motivo para alguém querer matá-lo, mas Jace não disse nada.

Após semanas e semanas procurando por pistas junto de seu parceiro de trabalho, Noah, a diabrete vai passar uma noite no apartamento de Jace, para continuar pesquisando sobre seres sobrenaturais. Nesta noite em específico, alguém bate na porta de Jace, e, ao atender, um homem entra no apartamento dele, apontando uma arma com uma cruz desenhada, em sua testa, dizendo coisas do tipo "Por sua culpa, ele nunca mais voltará!".

A diabrete por sua vez, nunca fica longe de sua arma, então, se pôs em posição pedindo para o homem abaixar a arma. O homem hesitando, bate a arma na porta com raiva, e vai embora após dizer um "Iremos nos encontrar novamente".

Quando a diabrete o viu ir embora, ela correu atrás dele até o lado de fora do apartamento de Jace, mas o homem misterioso havia desaparecido.

Intrigada, a diabrete pergunta se Jace conhecia aquele homem e por que ele estava dizendo aquelas coisas sem sentido. Jace não sabia explicar o que estava acontecendo, mas estava ciente de que sua vida teria tido um ponto final se a diabrete não estivesse ali.

A diabrete chegou à conclusão então, de que era alguém querendo se vingar de Jace, mas não tinham o motivo concreto. Ela pediu para Noah anotar que o homem parecia ter 1,80 de altura, julgando à ricas, ele parecia calçar 42 e não aparentava ter mais de vinte e cinco anos e menos de vinte. Finalmente o caso estava tomando algum rumo. A própria diabrete se ofereceu para cuidar da segurança de Jace, passando algumas noites em seu apartamento.

Até que em uma noite, alguém bateu de novo na porta. A diabrete e o Jace se olharam por um instante, logo se levantando para atender a porta. De guarda, a diabrete sacou sua arma e ficou escondida no quarto de Jace. O homem entrou dizendo "Finalmente te encontro sozinho. Posso terminar o que vim fazer". Jace tentava enrolar o homem, dizendo coisas do tipo "Eu não sei do que você está falando!", "Quem não irá mais voltar?". O homem respondeu friamente "Meu irmão".

A diabrete queria entender o que Jace tinha a ver com o desaparecimento do irmão daquele moço.  Até que ela continuou ouvindo a conversa.

"Acha que não sei o que vocês fazem? Eu sei sim! Vocês sequestram pessoas! Tiram elas de suas famílias sem mais nem menos, para fazer coisas horríveis... Como era? Experimentos! Sim! É esse o termo correto!". A diabrete sem entender, queria saber mais. "Agora... Eu vim me vingar pelo meu irmão e por todas as outras pessoas que vocês machucaram friamente! Vim me vingar de você e deles!"

Assim que diabrete notou que as coisas estavam ficando intensas, ela saiu do quarto mirando a arma para o homem, pedindo para que ele se afastasse de Jace. O homem disparou um tiro mas errou, claramente ele não tinha habilidades com a arma. Ao tentar fugir, a diabrete imediatamente foi atrás do homem, que não conseguiu escapar desta vez. A diabrete segurou as mãos do homem nas costas e pediu para que Jace chamasse a polícia no nome dela.

Após alguns minutos, a polícia chegou e algemou o homem, o levando para a delegacia. Nisso, a diabrete foi ordenada pelo chefe para que tivesse um tempo de descanso. Ela aproveitou esse tempo para conversar com o Jace.

A diabrete pediu para seu único amigo de confiança explicar com sinceridade do que é que aquele homem estava falando. Jace explicou que há cinco anos, ele estava trabalhando para o governo, na área da ciência. O governo se aproveitou da mente brilhante de Jace para fazer coisas horríveis. Alguns soldados eram obrigados à sequestrar pessoas aleatoriamente e envia-las para o Jace fazer alguns experimentos. Experimentos quais tinham o objetivo de deixar os seres humanos mais resistentes fisicamente e psicologicamente, usando misturas químicas com consequências notáveis. De dez pessoas sequestradas para esses experimentos, nenhuma sobreviveu. Ele não podia simplesmente negar um serviço à esse lado sombrio do governo, se não eles iriam apagar o histórico de existência de Jace, ou seja, ele e qualquer um que já tivesse tido um simples contato com ele. Ele não podia revelar isso à ninguém, por manter um acordo de sigilo que também iria garantir a proteção das pessoas queridas para ele.

Jace contava isso com desgosto. Ele também contou que, conseguiu se livrar daquilo, ao ver que cancelaram esse projeto. Ele tinha ido trabalhar para o governo para tentar melhorar a vida das pessoas, mas tudo o que aconteceu foi o contrário, contra sua vontade.

A diabrete não conseguia evitar o embrulho no estômago ao ouvir aquilo de alguém que ela pensava que sabia de tudo. Ela foi para a casa dela.

Por várias semanas ela ficou sem falar com o Jace, pensando em quem era o vilão nessa história toda. Jace foi quem causou a morte de dez pessoas inocentes, para proteger várias outras que ele gostava. Ele era obrigado à fazer essas coisas horríveis.

A diabrete não tinha por que denunciá-lo diretamente. Ela poderia dar uma pena leve dele se afastar temporariamente do trabalho, usando uma tornozeleira eletrônica onde ele era obrigado a ficar em casa durante a pena. Ela pediu para Jace dizer quem eram os responsáveis por esse projeto e Jace passou três nomes.

(3 nomes aleatórios)

A diabrete mandou a polícia ir atrás desses homens e recuperar os corpos das pessoas que morreram nesse projeto, para dar aos familiares uma resposta, mesmo que dolorosa, e dar aos falecidos, um velório digno de uma despedida.

Quanto ao homem que queria matar Jace, ele teve o mesmo tipo de pena que Jace e teve sua arma confiscada. Os policiais anunciaram que os principais responsáveis por essa ideia monstruosa haviam sido presos. O homem teve sua paz interior ao saber da notícia.

O caso foi resolvido e encerrado.

A diabrete perdoou o Jace pelas coisas horríveis que ele cometeu, mas sabia que se ele pudesse ter tido a chance de escolher, ele jamais participaria de uma coisa dessas.

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